
Como manter a relevância científica ao longo de três décadas? Essa foi a questão que orientou a palestra do professor Marcos André Gonçalves, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), no Instituto de Computação da Universidade Federal Fluminense (IC UFF).
Homenageado no Simpósio Brasileiro de Banco de Dados (SBBD) de 2026, ele reapresentou a palestra “Relevância científica em espiral: Como permanecer cientificamente relevante por 30 anos em Dados e IA” em um encontro com estudantes e professores da UFF. Todos interessados em trocar experiências e em discutir novos caminhos para a pesquisa em dados e inteligência artificial (IA).
Estudantes apresentaram pesquisas e discutiram parcerias
Coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Inteligência Artificial Responsável para Linguística Computacional, Tratamento e Disseminação de Informação (INCT TILDIAR), Marcos André Gonçalves também compartilhou pesquisas do LBD.ai (Data & AI Research Lab), vinculado ao Departamento de Ciência da Computação (DCC) da UFMG.
Os estudantes do grupo MeLLL-UFF, por sua vez coordenado pela professora Aline Marins Paes, também apresentaram seus projetos a Gonçalves e discutiram questões relacionadas ao desenvolvimento dos trabalhos. A conversa permitiu que os alunos conhecessem outras perspectivas de pesquisa e explorassem possibilidades de colaboração.
Integrante do Comitê Gestor do INCT TILDIAR, Aline Paes recebeu o pesquisador na UFF. A visita incluiu ainda conversas com os professores Mariza Ferro, Vanessa Braganholo, Leonardo Murta e Flavia Bernardini, do Instituto de Computação da UFF.
Visita aproximou estudantes de pesquisador homenageado
Para Aline Paes, o encontro proporcionou aos estudantes e professores que não participaram do SBBD a oportunidade de conhecer a trajetória acadêmica e as áreas de investigação de Gonçalves. Além disso, o grupo pode conversar diretamente com o pesquisador.
“Um dos momentos mais legais da visita aconteceu antes da palestra, quando meus alunos tiveram a oportunidade de conversar diretamente com o professor Marcos. Eles apresentaram suas pesquisas, trocaram ideias e discutiram possíveis caminhos para seus trabalhos”, afirmou.
A professora também destacou a capacidade de Gonçalves de estabelecer parcerias, formar pesquisadores e conectar grupos científicos. Segundo ela, o contato com pesquisadores experientes contribui para a formação de novos cientistas e pode ajudar a identificar interesses comuns e oportunidades de colaboração.
Na avaliação de Gonçalves, a visita reuniu duas dimensões complementares da atividade científica: a apresentação de pesquisas e a troca direta de experiências com estudantes e professores envolvidos em novos projetos.
Galeria de fotos
Cenas do encontro – crédito das fotos: Arquivo Pessoal


